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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Histórias... histórias... estórias.

                 Um dia, a talvez 5 ou 6 anos atrás, conheci um guri muito simpático, mas que parecia muito mais novo que eu. Seu grande Nick colorido escrito no diminutivo... Seu amor por animes, mangas e jogos... tudo concordava com meus fatos. 
                O tempo foi passando, e fui percebendo que esse guri na verdade me entendia, e eu conseguia entender as coisas pelas quais ele passava. Acabamos nos tornando grandes amigos. Vieram e se foram os amores e seguimos conversando. 
                Passou um longo tempo e fui me aproximando sem querer. Tudo isso online, usando o tão clichê MSN. O tempo foi passando, nos encontramos certa vez, mas por muito tempo mais, não pudemos nos ver já que moramos em cidades diferentes e os horários não batiam. Houveram promessas. Maior parte delas, minhas. Eu que gostava tanto desse guri que nem ligava pra mim.                                                    
                Vieram novos amores, paixões, paramos de nos falar por um tempo e ele parecia meio convencido quando voltou até mim, falava da namorada, e de como conseguia fazer alguém feliz, não me sentia bem com isso. Me pedia opiniões, e nunca teve vergonha de falar sobre qualquer coisa comigo. Queria não ter que responder aquelas coisas, mas gostava tanto do fato dele estar  falando comigo por vontade própria que ajudei quando por dentro, queria atrapalhar, mas seria muito egoísmo. Eu estava namorando na época e amava demais meu namorado, mas uma certa dorzinha vazia incomodava por algo que não aconteceu... Aí nos afastamos novamente e foi bom... Ele nunca vinha falar comigo e eu também não largaria o orgulho e falaria com ele. 
                 Acabei esquecendo de como era conversar com esse guri, aproveitei livremente o amor eterno pelo meu namorado, até que o relacionamento acabou. Um dia, vários meses depois, um grupo do qual eu gostava foi para a cidade dele. Não pude ir, mas acabei conversando com ele perguntar se iria, e mais tarde, como havia sido. Ambos havíamos terminado os namoros, cada um por seu motivo... de sua forma. Nunca saberei o que aconteceu com ele, provavelmente. Nem ao menos sei como ela era. Devia ser bonita, ele tem carisma. Eu já não sentia amor algum por ele. Havia muita simpatia, boas lembranças, apesar de algumas doloridas. Conversamos bastante, voltamos a ser amigos, depois grandes amigos. 
                  Once upon a time... fui à cidade dele... à casa dele. Haveria uma festa a fantasia naquela noite e eu queria me divertir, talvez conseguisse até roubar um beijo dele, quem sabe? Não sentia amor, mas alguma coisa ainda me lembrava que muito havia se passado mas tínhamos assuntos inacabados. 
                 Dormimos na mesma cama, truque do destino ou talvez fato premeditado. Porém ao acaso ou não, na manhã seguinte tudo mudou. Eu que queria roubar um beijo, fui calada por um... Passamos de grandes amigos para amigos coloridos... não que a amizade tenha diminuído. Não diminuiu. Voltei para casa com medo de me apegar novamente e sofrer. Resisti bravamente, não me apeguei, imaginava que havia sido apenas aquela vez, que nunca mais aconteceria.
                 Em breve seria meu aniversario, mas apesar do convite não acreditava que ele viria. Ele veio, quase ninguém veio, mas ele veio. Nos divertimos, comemos bolo, assistimos filme, conversamos sobre toda sorte de coisas. Caminhamos e com certeza este é dos fatos, o mais marcante, pois ao visitarmos minha antiga escola, em meio a toda a natureza daquele lugar que sempre me faz bem... eu me senti leve, e acredito que ele também. Me sentia feliz, apesar de tudo. Ele esqueceu uma camiseta ao ir embora. Um feliz fato que me fez bem. Ele cheira bem.                       
                 Mas novamente ao nos despedirmos, acreditei que não haveria um depois. Sempre houve algo que nos aproximava, como um imã, irresistível ou não, nunca tentei resistir... Até então. 
                 Não podia me apegar a ele. Ele mesmo deixou claro certa vez que não se apega, que a ex o mudou, que compromisso, relacionamento não presta. Eu não podia me apegar, iria doer... iria machucar denovo. Resisti, não tão bravamente... dolorosamente, eu diria... cansativamente, talvez. Não queria resistir. Pois “com a morte da esperança, o brilho de uma estrela se apaga”, e eu estava tentando matar a minha. Engraçado como meu orgulho nunca me deixou falar sobre isso com ele. Ele não é perfeito... sempre tive reclamações, a recíproca também é verdadeira. Mas como podemos nos entender assim tão bem? Sinto como se conhecesse ele a minha vida inteira, e ao mesmo tempo, o descubro a cada frase. Ele foi tão gentil e cordial, não sou acostumada a essas coisas... sabe? Desde a decadência do romantismo e tudo mais... Ele estava mudado, eu podia ver. 
                    Mudado do garoto que eu conhecia. Aqueles sonhos, aquele romantismo foram selados bem fundo, e isso eu pude perceber, mas não é como se ele percebesse, nem ao menos como se ele ligasse. E novamente fui até ele, não teria ido sem o convite, me senti intrometida. Era a sua família, não a minha... era virada de ano, mas não me senti solitária. Muitos dos planos feitos para esta viagem complicaram-se, mas voltando a citar fatos marcantes, ele me defendeu; ele demonstrou afeto por iniciativa própria... parecia mais próximo, mais real, e então denovo fui embora. Não conseguia tirar da cabeça que pela primeira vez, ele demonstrou vergonha... apesar de demonstrar carinho, de sempre sentar perto de mim, ele teve vergonha de um beijo... ou talvez fosse de mim. Voltei para casa mais leve, mas mais marcada. Marcada também por seu perfume que me acompanhou por muito tempo naquela blusa que tardei a usar para que não perdesse o cheiro. Sabia também que a indiferença não funcionaria mais porque ela havia sido sepultada de vez. E ele voltou novamente, em companhia da mãe, que pouco antes... minha própria mãe havia dito minha sogra. Neguei, desconversei, foi um dia incrível, mesmo com a areia, a água salgada e as águas vivas, mesmo com a minha irmã me segurando muito perto da areia... foi divertido.                 
                      Pensei que ele iria embora, mas felizmente estava enganada, e no dia seguinte fomos ao clube, e pode ter sido por efeito do sol batendo no sentido oposto, ou talvez a endorfina liberada pela natação, mas fiquei feliz quando ele sorriu sem motivos. E mais uma noite se passou... E que noite... Meu pai me flagrou abandonando seu quarto, mas eu nem ao menos senti medo. Me sentia bem, não que o mérito se devesse aos acontecimentos recentes ao fato e sim porque há algo de calmante... de alegre em sua presença que não sei descrever em palavras, senão usando justamente estas. Anime, jogos, sorvete e café, e então, outro adeus. 
                       Desta vez, eu definitivamente sei que nem ele voltou igual, porém, não acho que algo irá mudar... Acredito que de alguma forma, se existia alguma esperança, eu a destrui no momento em neguei em sua frente, para minha irmã, qualquer relacionamento. Me senti uma criança, negando instintivamente tudo que aparecia pela frente em defesa própria. Mas ele se foi denovo, e parece estranho outra vez, sempre que ele vai, parece mais distante do que realmente as estradas demonstram... Às vezes me deixa triste, mas ainda me pergunto o motivo pelo qual outra camiseta ter sido deixada para trás... desta vez, propositalmente. Realmente me agrada muito seu cheiro, porém, seria uma promessa de retorno, ou uma simples ação impensada? Sei que depois do primeiro reencontro, todas as outras vezes, algo com seu cheiro me acompanhava em casa. Sei que agora, tenho sinos que tocam para mim em casa e flores que dançam ao sol. Sei que talvez isso tudo não seja ao acaso. Mas talvez seja só minha imaginação. Só sei que algo está mudando em mim, e o medo de doer aumenta, mas a vontade de fugir morreu. Me defenderei aqui no campo de batalha, mas não volto fugida.
                        Não nomeio, não taggeio, deixo aí como uma historia distante contada, e que ainda está sendo escrita. Se o final chegar, poderei então descrevê-lo aqui. Aqui que tão poucos vêem.
E que essa historia se sepulte aqui caso me acometa o arrependimento.

~~Yukina Iayoi

[Edit] Resolvi taggear, não tenho mais motivos pra sentir vergonha, apesar de nada ter mudado até então.[/Edit]

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Será que existe um destes pra mim no mundo? ;/

Ela liga para ele, as 03:00 da manhã, depois de acordar chorando …
ELE: Alô?
ELA: Ei.
ELE: O que aconteceu?...
ELA: ... Nada não … É que eu tive um pesadelo e… ...
ELE: E …?
ELA: E acordei chorando. E decidi te ligar.
ELE: Tá tudo bem, amor? (ela demora para responder, afinal, ainda estava pensando em seu sonho)
ELA: Tá… Tá tudo bem sim.
ELE: Hum… (ela escuta um barulho, e fica com medo)
ELA: Amor…
ELE: Fala, princesa.
ELA: Tô com medo. Que merda. Que coisa mais infantil. (ele ri, fazendo-a se distrair e rir também) Passam dez minutos conversando, de repente ela escuta alguém bater na porta.
ELA: Amor, tem alguém aqui, vou desligar.
ELE: Ei, espera.
ELA: O que foi?
ELE: Abre a porta pra mim?
ELA: O que você tá fazendo aqui?
ELE: Não disse que tava com medo? Então, vim dormir com você, e te proteger, bobinha. (ela fica vermelha)
ELA: Idiota.
ELE: Linda.
ELA: Besta.
ELE: Ei amor.
ELA: O que foi?
ELE: Abre a porta… Tá frio aqui fora sem você".

domingo, 15 de maio de 2011

Desânimo

Eu devia estar fazendo o trabalho de didática, mas não to com cabeça pra isso. Aparentemente o mundo acha divertido girar ao meu redor enquanto reabre todas as minhas feridas e joga sal grosso nelas. xD Eu já devia ter aprendido que quando ta tudo dando certo demais é porque vai ter uma pedrinha no caminha na descida da montanha quando estiver voltando a zona de segurança. Uma pedrinha bem pequena, pra não ser vista facilmente.
Aí... bom, tropeçar em uma pedra descendo uma montanha é um tombo bonito XD digno das cassetadas do Faustão, que na verdade não tem graça alguma. Hmm./
Tem tanta coisa que eu queria escrever aqui mas simplesmente não tem palavras pra conseguir por em texto toda a loucura que a minha vida se tornou =P
Agora vou assistir o ultimo episodio de TBBT que saiu porque o download acabou e me disseram que eu preciso rir.
Queria um abraço hmm./
Fim da seção desabafo.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Então, eu to aqui pra desabafar denovo

Ontem pedi um tempo ao Erich. Ele cedeu... Tenho medo que tenha sido a escolha errada, afinal choreia tarde inteira ontem, e não consigo parar de pensar no que fiz.
Eu estava em duvida sobre como me sentia, se ainda o amava como antes e tal, e eu sei que essa situação o machucaria mais do que nos dar tempo. Ainda não tenho certeza da resposta. Sei que gosto demais dele, mas ainda nao consigo entender o quanto... Lembro claramente de como me senti quando ele foi embora todas as vezes que veio. Doeu, doia tanto que eu mal conseguia respirar, e agora estou em agonia. Eu sou carente, e até por isso, a ideia de estar só me machuca. Mas eu nao quero manter um namoro só por medo de ficar só e não quero machucar alguém que me fez tão bem.
Eu sinto muito... muito mesmo... E eu que achava que semana passada tinha sido a pior, acho que a pior é esta... mas eu quero esperar uma semana. Egoista como eu sou, eu espero que tu me perdoe se eu descobrir que foi a pior escolha da minha vida... Mesmo sem saber direito o que eu sinto, eu sei que sinto sua falta.

domingo, 25 de abril de 2010

Palavra da vez: Conscientização



Bom, neste primeiro post, me apresentarei e apresentarei minhas ideias. Sou uma estudante de biologia apaixonada por animais e plantas que realmente acredita que podemos mudar o que 'somos' e como nós, humanos tratamos os animais. Obviamente estou generalizando, mas pense: existe desumanidade maior do que a mostrada nesta imagem? Usar peles de animais para fazer roupas, tapetes ou qualquer outra coisa é crime.
Sabe? Por mais impossível que pareça, eu realmente acredito que podemos mudar, todos precisamos lutar por algo, e eu escolhi esta causa. A causa dos nossos animais de estimação, a causa dos animais selvagens. O mundo é muito mais deles do que nosso. E para lutar por uma causa, precisa-se acreditar de coração por que, de outra forma, nada vai ser diferente.
Às vezes penso: Onde está a racionalidade se não está nos seres ditos irracionais. Estes seres que não matam mais do que precisam pra viver, esses seres que vivem para cuidar de seus filhotes? Ou estes seres que acolhemos em nossas casas que nos dão amor incondicional e companhia sem esperar nada além de amor e carinho em troca? Eles que não ligam se somos brancos, negros, asiáticos, se temos olhos azuis, negros, castanhos ou verdes, se somos homens ou mulheres, hetero, bi ou homossexuais,sãos ou doentes, adultos ou crianças. O amor deles não distingue o que somos e sim quem somos. E são animais que se abandonamos-os, eles nos esperam, esperam nosso amor, nosso carinho. Mesmo que não voltemos mais, eles nos esperarão por toda sua vida. Vagarão por aí nos procurando, chamando pelo objeto de seu amor, muitos deles morrerão de fome ou de sede por não acreditar na ideia de que seu amado dono não voltará.
Cadê a humanidade em alguém que abandona anjos nas ruas? Cadê a humanidade nos humanos?
Ame os animais. Cuide deles.

Lute por essa causa.

Texto de minha autoria.




Você acha que é mais correto ver um animal assim











Ou assim?


O amor não conhece barreiras. Ame.


Pense nisso








Todas as imagens usadas neste post foram-me emprestadas pelo perfil do orkut [Adote um Amigo! NH].

Obrigada.